Tênis de Mesa

Mahayla e Gilberto Sardá participam de treinamento na China


Por Arthur | 23 de outubro de 2018
Foto Divulgação CBTM

Buscando novas experiências no tênis de mesa, a atleta Mahayla Sardá e o técnico Gilberto Sardá, viajam na próxima semana para a China onde terão um período de treinos. Eles ficam no país mais populoso do mundo por aproximadamente 30 dias, voltando para o Brasil dia 3 de dezembro.

 

Os rio-sulenses embarcam no próximo dia 29 e, inicialmente, devem passar por duas cidades do norte do país, Beijing, capital do país e Shijiazhuang, capital da província de Hebei. Nessas cidades eles vão treinar em clubes de desenvolvimento de tênis de mesa de alto rendimento, aprendendo mais sobre a modalidade e participando de treinos mais específicos.

 

O técnico e pai da atleta, Gilberto Sardá, explicou que a viagem visa o futuro da carreira de Mahayla. Ele comentou que as participações nas competições internacionais em 2017 e nesta temporada foram importantes, mas para ter um estágio mais elevado na carreira é preciso um período de treinos mais específicos no país que mais investe na modalidade no mundo.

 

“A China é uma referência mundial para nossa modalidade. Será uma experiência incrível que temos certeza será fundamental para os próximos anos da nossa carreira. Estamos bem ansiosos e contentes porque será um grande desafio lidar com uma cultura totalmente diferente da nossa”, comentou Giba, que ressaltou que todo viagem será custeada com recursos próprios, rifa e doações.

 

Tênis de mesa na China

A modalidade foi instituída pelo ditador chinês Mao Zedong como esporte nacional durante o tempo em que esteve no poder. Com isso, criou-se uma política nacional de esporte voltada para o alto rendimento da modalidade. Há um grande número de praticantes da modalidade, enquanto no Brasil temos cerca de 10 mil atletas federados, no Japão cerca de um milhão, na China temos o expressivo número de perto de 10 milhões de mesatenistas. Desde que entrou no programa olímpico, o tênis de mesa distribuiu 28 medalhas de ouro. A China ficou com nada menos do que 24 medalhas, um aproveitamento de mais de 85%. Além dos chineses, apenas outros dois países subiram ao lugar mais alto do pódio: Coreia do Sul (três vezes) e Suécia.